Mourão culpa população por pandemia: ”nosso povo não respeita regras”

Mourão culpa população – Em entrevista nesta segunda-feira (15), o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), culpou a população pelo agravamento da pandemia – a média móvel de casos subiu 50% nos últimos 30 dias. “A nossa população não gosta de respeitar regras. Não é da natureza do nosso povo”, disse Mourão.

Durante sua fala, Mourão também tentou defender a desastrosa atuação do general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde.

Caso a demissão de Pazuello, veiculada desde domingo (14) se concretize, o país terá o quarto ministro da Saúde em um ano.

“Eu tenho muita confiança no Pazuello, eu o conheço há muito tempo. Agora é uma situação muito difícil pela característica do nosso país, pela característica desse vírus, pela forma como o país encarou isso aí tudo”, disse.

Fonte: Folha Impacto

Mourão culpa população
Mourão culpa população pelo aumento de casos de covid-19 no país / Foto: Divulgação

Rambogate: Exército gasta R$ 80 mil em miniaturas de bonecos do Rambo

A pandemia já mata mais de 2.000 pessoas por dia. Mesmo assim, o Exército vai gastar 730 mil reais em brindes e materiais para fotografia.

A lista inclui 110 ‘kits para churrasco’, acondicionados em uma maleta de alumínio, com uma gravação a laser na tampa e com o brasão do Exército. Os kits irão custar 18.400 reais.

Também estão incluídos na lista de brindes canetas, bonés e placas de todo o tipo. Somente com bonecos de soldados em miniatura, de dois tipos, em forma de Rambo, serão gastos 80.000 reais.

A compra está sendo feita pelo Batalhão Mauá, de Araguari, Minas Gerais, mas os produtos deverão ser distribuídos para outras unidades do Exército.

Médica rejeita assumir Saúde e detona Bolsonaro: “Imperou quem quer o mal do Brasil”

A médica cardiologista do Incor, Ludhmila Hajjar, que negou convite de Bolsonaro para ser ministra da Saúde do governo, concede entrevista ao vivo na Globonews, neste momento, e não poupou o governo de críticas pela gestão frente a pandemia de Covid no país.

“Ou o governo muda sua forma de ver a pandemia ou teremos um número muito maior de mortes do que já temos até agora.”, alertou.

Ludhmila Hajjar frisou que quem assumir o ministério precisará ter autonomia para trabalhar no combate à pandemia de corornavírus. “O cenário do Brasil é bastante sombrio. Esses 2000 mortos por dia não representam a totalidade. Muito deles saem “vivos” mas sem andar, sem comer e nós não estamos atendendo eles. Os números de morbidade no Brasil são bem maiores”, pontuou.

“Quais os protocolos que o Ministério da Saúde tem sobre intubação? Sobre tratamento de pessoas internadas?”, indagou a médica, completando: “estamos discutindo ivermectina, cloroquina, isso é coisa do passado a ciência já deu a resposta. Quantas pessoas não morreram por que foram entubadas de maneira errada e não há um protocolo do ministério?”.

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