Governo Trump atuou para Bolsonaro rejeitar Sputnik V

Relatório do Departamento de Saúde dos Estados Unidos relata os esforços do governo Donald Trump, no ano passado, para evitar que Bolsonaro fosse a favor de que o Brasil comprasse a vacina russa Sputnik V.

No trecho “combatendo influências malignas nas Américas”, o documento informa que o governo usou canais diplomáticos para “mitigar os esforços por parte de Estados, incluindo Cuba, Venezuela e Rússia, que estão trabalhando para aumentar sua influência na região em detrimento da segurança dos EUA”.

Para exemplificar, cita ação para “persuadir o Brasil a rejeitar a vacina russa contra a Covid”.

Imagem: Reprodução/HHS
Combatendo influências malignas nas Américas: O Escritório de Assuntos Globais do Departamento de Saúde [OGA] usou as relações diplomáticas na região das Américas para mitigar os esforços por parte de Estados, incluindo Cuba, Venezuela e Rússia, que estão trabalhando para aumentar sua influência na região em detrimento da segurança dos EUA. O OGA coordenou com outras agências governamentais dos EUA para fortalecer laços diplomáticos e oferecer assistência técnica e humanitária para dissuadir os países da região de aceitar ajuda desses Estados mal-intencionados. Exemplos incluem o uso do escritório do Adido de Saúde da OGA para persuadir o Brasil a rejeitar a vacina russa contra a COVID-19 e a oferta de assistência técnica do CDC para o Panamá não aceitar uma oferta de médicos cubanos.
São se sabe se Trump de fato influenciou Bolsonaro, mas o Brasil não quis adquirir a vacina russa.

Ciro Gomes: “Todo dia há novas evidências de crimes da ‘quadrilha Bolsonaro’”

O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) foi ao Twitter para comentar sobre o caso Flávio Bolsonaro, e afirmou que “todo dia aparecem novas evidências dos crimes de corrupção da quadrilha Bolsonaro!”.

UOL publicou hoje reportagens que mostram que a quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) revela indícios de que o esquema da rachadinha também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), quando este era deputado federal, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Os dados apontam ainda a existência de transações financeiras suspeitas realizadas pela segunda mulher do presidente, Ana Cristina Siqueira Valle.

Terceiro colocado nas eleições de 2018 e possível candidato em 2022, Ciro Gomes tem se posicionado como um crítico feroz de Bolsonaro e de seu governo, se referindo à família do presidente frequentemente como a “quadrilha bolsonaro”.

Veja a matéria completa aqui.

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