TRF-1 revoga prisão domiciliar e torna Eduardo Cunha livre

Eduardo Cunha livre – A prisão domiciliar do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB) foi revogada nesta quinta-feira (6) pelo desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, deixando Eduardo Cunha livre. Preso desde outubro de 2016, com a decisão, ele poderá retornar às ruas, de acordo com informações do blog Maquiavel, na Veja.

Cunha estava envolvido no processo referente à Operação Sepsis, um desdobramento da Lava Jato. A apuração, baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, investigava o pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“Passado mais de um ano de sua prisão domiciliar, constato não haver mais necessidade de manutenção de sua prisão domiciliar, notadamente, pelo tempo que em que a medida constritiva foi determinada, em razão de não se ter notícia do descumprimento das obrigações impostas (art. 312, § 1º, do CPP), e, também, pela demora em se marcar o julgamento da apelação já interposta em favor do requerente”, escreveu o desembargador.

O TRF-4, de Porto Alegre, em 28 de abril, já tinha decidido revogar um mandado de prisão de Cunha relacionado a outro processo da Lava Jato, no qual ele havia sido condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelo ex-juiz Sergio Moro, em regime fechado, por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

No habeas corpus (HC), os desembargadores concluíram que não havia mais razão para manutenção do mandado de prisão, depois de quatro anos e meio de preventiva. Porém, Cunha continuou encarcerado por conta da prisão na Operação Sepsis, que foi agora revogada.

Fonte: Fórum

Twitter suspende conta de Roberto Jefferson após “fake news” contra Ciro

O Twitter suspendeu a conta do presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, após o ex-presidiário envolvido no esquema do Mensalão e condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro divulgar uma conversa falsa entre o vice-presidente Nacional do PDT, Ciro Gomes, e um suposto “chefe de facção” criminosa.

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Depois de Renan e Eunício, Lula encontra Sarney mirando 2022

O ex-presidente Lula (PT) continua a receber caciques da “velha política” em busca de apoio para as eleições de 2022 e depois de Renan Calheiros (MDB-AL) e Eunício de Oliveira (MDB-CE), foi a vez do ex-presidente José Sarney ser recebido pelo petista.

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Ciro Gomes denuncia racismo estrutural em novo filmete

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) denunciou o racismo estrutural brasileiro em novo filmete, publicado na tarde desta quinta-feira (06) nas redes sociais do presidenciável pedetista “60% das brasileiras e brasileiros são negros e pardos, que ainda sofrem nos dias de hoje os efeitos tardios da escravidão. São os que ganham menos, são os mais perseguidos e os mais expostos à violência”, aponta Ciro.

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PDT entra no STF com notícia-crime contra Bolsonaro por charlatanismo

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) entrou com uma notícia-crime, no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (6/5), contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). A legenda argumenta que o chefe do Executivo deve ser responsabilizado pelo crime de “charlatanismo”.

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Hospital da família de ministro da Saúde é reativado com dinheiro público, diz site

Fundado pela família da esposa do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o Hospital Santa Paula, em João Pessoa (PB), fechou as portas em 2012 por problemas financeiros. No ano passado, porém, o governo da Paraíba reativou a unidade hospitalar para ampliar a capacidade do estado no enfrentamento à Covid, ao custo de R$ 2,5 milhões.

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Por conta de CPI, Carlos Bolsonaro sugere radicalização de discurso do pai

Com a pressão da CPI da Covid sobre o Palácio do Planalto, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) retomou as rédeas da narrativa do presidente Jair Bolsonaro. O vereador passou duas semanas em Brasília, retornando ao Rio na última sexta-feira. No período na capital federal, esteve diversas vezes com o pai no gabinete presidencial e ajudou a rever a estratégia de comunicação do governo, fechando-se ainda mais para a imprensa e com foco nas redes sociais. Como em outros momentos de crise, Carlos, mais uma vez, aconselhou o presidente a partir para o confronto que agrada à militância ideológica e ajuda a desviar o foco dos problemas do governo.

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