Anulação de condenações de Lula no STF: aliados de Bolsonaro “comemoram”

Anulação de condenações de Lula – Integrantes do governo de Jair Bolsonaro jamais assumirão isso publicamente, mas, em reservado, parte dos auxiliares do presidente diz que a decisão que restabelece os direitos políticos de Lula tem que ser “comemorada”.

Em um momento em que Bolsonaro está cada vez mais pressionado por erros na condução da pandemia da Covid-19, Lula, que tem alto índice de rejeição dos brasileiros, é visto pelos aliados do presidente como “opositor ideal” na eleição de 2022.

O ministro Edson Fachin acatou um pedido de habeas corpus da defesa de Lula e anulou todas as condenações contra o ex-presidente proferidas por Curitiba. Com a anulação de condenações de Lula no STF, o líder petista teve seus direitos políticos restabelecidos.

As informações são de O Globo.

Decisão de Fachin é manobra para proteger Moro e Lava-Jato da suspeição

08/03 – Conforme notícias de hoje, o Ministro Edson Fachin anulou todas as decisões contra o ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva proferidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, incluindo portanto as condenações no caso do Triplex do Guarujá e do Sítio de Atibaia. Mas tudo indica que a decisão de Fachin é uma manobra para proteger Moro e Lava-Jato da suspeição.

Embora seja aparentemente uma grande vitória de Lula, há de se questionar: o que teria levado o Ministro Fachin – relator no STF e grande defensor da Operação – a proferir tal decisão?

Muitos analistas do cenário jurídico já consideravam como certa a vitória do ex-Presidente no processo que buscava declarar o ex-Juiz Sérgio Moro suspeito, sobretudo com a divulgação das mensagens trocadas entre os procuradores envolvidos pelo Intercept e depois no âmbito da Operação Spoofing. As discussões já se voltavam às implicações que o reconhecimento da imparcialidade do então Juiz teria nos outros casos da Lava Jato.

Com, a decisão de hoje do Ministro Fachin, a princípio, o Supremo Tribunal Federal não tem mais de enfrentar essa questão. Moro e a operação que liderou ficam livres de serem taxados de “parciais” pela mais alta corte do Brasil. Estanca-se a sangria, dificultando-se a revisão dos demais casos.

Veja a matéria completa aqui.

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