General Santos Cruz: Polarização Bolsonaro x Lula não interessa ao país

Polarização Bolsonaro x Lula – Ex-ministro da Secretaria de Governo na gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o general Carlos Alberto dos Santos Cruz disse que o país precisa de uma terceira via nas eleições para presidente em 2022, pois, ao seu ver, a polarização entre o atual gestor e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não interessa” ao Brasil.

Em entrevista à Veja, o general avaliou que Jair Bolsonaro não teve a competência necessária para gerir o Brasil, e que o PT já teve a oportunidade. Para ele, uma boa alternativa para se opor à atual polarização seria o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Porém, ressalta, outros nomes não devem ser descartados.

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“Temos um ex-presidente que já teve sua oportunidade e não tem sentido a volta. E temos um presidente atual que já demonstrou que está mais preocupado com o soldo do que com a administração ou pacificação do país. É uma polarização que não interessa”, declarou.

O ex-ministro disse que o Brasil “não pode voltar 20 anos” no tempo e é preciso “andar para a frente”, coisa que, segundo ele, “o governo atual não conseguiu fazer”.

“[O governo Bolsonaro] investe no fanatismo, no show, no populismo. É o processo de qualquer regime totalitário. É divisão social, é o culto à personalidade, é o ataque às pessoas, e não a discussão de ideias. Os ataques são todos pessoais com desinformação, fake news, crimes de calúnia, de difamação, desinformação, mentira. Isso é o que está caracterizando o momento atual”, completou.

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Fanatismo pode levar à violência

Na visão de Carlos Alberto dos Santos Cruz a atuação do chefe do Executivo Federal para estimular o fanatismo de seus apoiadores é perigosa e pode levar o Brasil a uma situação de anomia, que poderá resultar em um estado de violência.

O general criticou o uso político das Forças Armadas e vê com preocupação a “destruição das instituições” por parte da atual gestão, que, afirma, não podem servir como “instrumento de pressão” nem “de intimidação política”.

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“Há o risco de esse fanatismo que nós estamos vivendo levar o país à violência”, declarou. “É um absurdo o que estamos vivendo. Isso é falta de responsabilidade, é uma coisa criminosa. O fanatismo e o crime caminham juntos e tem hora que você não consegue diferenciar quem está de um lado e quem está de outro. Temos uma milícia digital que denigre as pessoas, que ataca as pessoas. Isso é caso de polícia, isso é crime”, concluiu.

Fonte: UOL

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Governo quer flexibilizar validade de alimentos no Brasil

Em um aceno ao setor de supermercados, o governo vai criar um grupo de trabalho para avaliar proposta de flexibilização da regra que trata da validade de alimentos no Brasil. A sugestão é adotar modelo que permita vendas de baixo custo e doações a partir de determinado prazo.

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Witzel: Milícia atua na máfia da saúde no RJ; ‘Corro risco de vida’

Em depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira (16) no Senado, o ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou que ele e sua família correm risco de vida e que seu impeachment foi financiado por uma máfia na área de saúde.

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Sociólogo diz que desistência de Huck ‘beneficia centro-esquerda’

Em entrevista publicada no Estadão e assinada pelo jornalista Pedro Venceslau, o especialista em pesquisas eleitorais, sociólogo Antonio Lavareda, presidente do conselho do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), disse que os partidos que buscam uma “terceira via” nas eleições presidenciais de 2022, como alternativa à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), precisam encontrar um nome que atinja os dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto até o início do ano que vem.

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