Chile dispara em vacinação na América Latina; Brasil está em ritmo lento

Chile encomendou doses antes, diversificou os fornecedores e já conseguiu vacinar 6,1% da população. Os demais países estão sofrendo com falta da vacina

O Chile acelerou o ritmo de vacinação contra a covid-19 neste mês e disparou em relação aos seus vizinhos. O país foi o único entre as principais economias latino-americanas que comprou vacinas com antecedência e em quantidade suficiente para fazer o programa de imunização caminhar. México, Brasil e Argentina demoraram para encomendar vacinas e agora estão no fim da fila ou dependem de acertos com China e Rússia.

Até ontem, o Chile havia administrado 6,1 doses por cada 100 habitantes, bem à frente do Brasil (1,94), Argentina (1,18), México (0,56) ou da média da América do Sul (1,26), segundo dados do site Our World in Data, da Universidade de Oxford, e do Covid-19 Tracker, da Bloomberg. Em outros países como Peru e Equador a vacinação está começando. Uruguai e Colômbia devem receber as primeiras doses apenas em março.

O trunfo do Chile foi ter assinado contratos com diferentes fabricantes com antecedência, dizem especialistas. O governo do presidente Sebastián Piñera, anunciou em setembro os primeiros acordos para aquisição da vacina contra o coronavírus. As primeiras doses que chegaram ao país foram da Pfizer / BioNTech, em 24 de dezembro, mas a vacinação começou a ganhar força depois da chegada da chinesa Sinovac, no fim de janeiro.

Fonte: Valor Econômico

 

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