Centrais sindicais vão à Brasília entregar propostas para Lira e Pacheco

Propostas para Lira e Pacheco – Presidentes das principais centrais sindicais do país vão a Brasília na próxima quarta (26), em ato inédito, entregar pessoalmente aos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), uma agenda legislativa com propostas que elaboraram em conjunto.

São 23 proposições, ao todo. Entre elas, a aprovação do auxílio emergencial de R$ 600 pelo tempo que durar os efeitos econômicos da pandemia.

Eles também falam em medidas de proteção ao emprego. “Pela primeira vez, de forma unitária, as centrais sindicais têm uma proposta de resistência e atuação propositiva junto ao Congresso”, afirmou Sérgio Nobre, presidente da CUT.

“É um grande sinal de que os trabalhadores estão se organizando em defesa da democracia”, afirmou Ricardo Patah, presidente da UGT.

Para o presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Antonio Neto, as propostas para Lira e Pacheco tem foco na defesa da vida, dos empregos e da democracia, “contra os ataques desse governo genocida”.

“O primeiro grande embate é a defesa do auxílio emergencial de R$ 600. Não podemos aceitar que o presidente em uma canetada aumente o próprio salário em mais de R$ 10 mil e para o povo ofereça R$ 150”, disse Neto.

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, diz que os parlamentares devem “colocar a mão na consciência” para um gesto de “grandeza” pelos brasileiros, “exigindo a votação da medida provisória do auxílio emergencial, para que ela não caduque como deseja o governo.”

Fonte: Folha de S. Paulo

Thiago Manga: “Eu tenho asco de Jair Bolsonaro, não de quem votou nele!”

Eu tenho asco de Jair Bolsonaro e tive o desprazer de ‘conhecer’ os filhos crescendo na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, e deixa eu te contar: sempre foram uns babacas. E uma espetada necessária: na época, de conservadores e defensores dos ‘bons costumes’ eles não tinham nada. Muito pelo contrário. Quem sabe, sabe.

Leia o texto na íntegra aqui.

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Era um dia frio e chuvoso de novembro de 1832 quando o imigrante brasileiro Emiliano Mundrucu entrou no barco a vapor Telegraph com sua mulher Harriet e sua filha Emiliana, de apenas um ano. Segundo registros históricos, a família acompanhava o brasileiro em uma viagem a trabalho da costa de Massachusetts, no nordeste dos Estados Unidos, até a ilha de Nantucket.

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LEIA: Método estatístico do século XIX desbanca alegação de Bolsonaro sobre fraude nos votos eletrônicos

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou em sessão da Comissão do Voto Impresso nesta segunda-feira (17) que não há como auditar as urnas eletrônicas. “Da mesma maneira que nós não temos como comprovar que houve fraude, o outro lado também não tem como comprovar que não houve fraude”, apontou. O deputado erra feio: não somente é possível auditar o resultado eleitoral como há, sim, modos de comprovar que não houve fraude. É o que este artigo vai demonstrar.

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LEIA: Crise climática e a fome que avança no Sul global

Sabe-se que as mudanças climáticas afetam negativamente a agricultura e a pecuária, mas há pouco conhecimento científico sobre quais regiões do planeta seriam afetadas ou quais seriam os maiores riscos. Uma nova pesquisa liderada pela Aalto University avalia como a produção global de alimentos será afetada se as emissões de gases de efeito estufa não forem cortadas. O estudo foi publicado na prestigiosa revista One Earth na sexta-feira, 14 de maio.

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LEIA: China e sua notável erradicação da pobreza

Em 2020, a China atingiu a meta de seu 13º Plano Quinquenal (2016-2020), concluindo a retirada de cerca de 850 milhões de pessoas da pobreza em um longo processo de quatro décadas. Mesmo sendo a maior campanha da história humana, este feito tem sido muito pouco noticiado, o que evidencia o etnocentrismo prevalente no Ocidente. E isso ocorreu num contexto de predomínio global da agenda neoliberal e crescente exclusão social. Tal cenário tornou a China responsável pela eliminação de 70% da pobreza mundial.

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