Boulos se irrita com pressão do PT: ‘postura de quem não quer unidade’

Boulos se irrita com pressão do PT – Em nota publicada na coluna Radar da Veja, a jornalista Laísa Dall’Agnol traz a informação de que em conversas com aliados nesta semana, Guilherme Boulos (PSOL-SP) definiu como uma “expressão do hegemonismo do PT” o movimento do partido em São Paulo para que ele não avance com sua candidatura ao governo do estado de São Paulo.

“Se o PT quer apoiar o PSOL em 2024, que apoie em 2022”, desabafou o líder do PSOL, segundo aliados.

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Para Boulos, não é razoável, num quadro de necessidade de fortalecimento das esquerdas, que o PT tente impedir que o PSOL tenha palanques próprios nas eleições do ano que vem.

“É uma postura de quem não quer unidade”, disse Boulos a aliados.

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Conforme mostrou a coluna no início deste mês, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad deu início à articulação do plano de governo para a campanha petista ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem.

Pessoalmente, Haddad desconversa que será o candidato ao governo de SP em 2022, mas afirma que está elaborando propostas junto a especialistas da administração pública, que serão um “mapeamento profundo das vocações socioeconômicas do estado”.

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Governo quer flexibilizar validade de alimentos no Brasil

Em um aceno ao setor de supermercados, o governo vai criar um grupo de trabalho para avaliar proposta de flexibilização da regra que trata da validade de alimentos no Brasil. A sugestão é adotar modelo que permita vendas de baixo custo e doações a partir de determinado prazo.

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Witzel: Milícia atua na máfia da saúde no RJ; ‘Corro risco de vida’

Em depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira (16) no Senado, o ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou que ele e sua família correm risco de vida e que seu impeachment foi financiado por uma máfia na área de saúde.

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Sociólogo diz que desistência de Huck ‘beneficia centro-esquerda’

Em entrevista publicada no Estadão e assinada pelo jornalista Pedro Venceslau, o especialista em pesquisas eleitorais, sociólogo Antonio Lavareda, presidente do conselho do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), disse que os partidos que buscam uma “terceira via” nas eleições presidenciais de 2022, como alternativa à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), precisam encontrar um nome que atinja os dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto até o início do ano que vem.

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